Scythelence – Neoclassical/ambient

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Ultimamente eu ando me apaixonando por um projeto que conheci há pouco tempo, Scythelence é um projeto de gothic neoclassical e ambient, projeto russo formado em 2008 se não me engano, não achei muitas informações sobre ele, uma pena.

Possui trés albúns: Post-romantic sindrome(2008)

Odyssey of rapture compilation(2009)

Appaseasonato(2011)

Eu sinceramente nunca conheci algo igual, o projeto é lindo, realmente perfeito, extremamente bem trabalhado e de boa qualidade, eu realmente custo a acreditar que algo tão bonito e bem feito está no underground, o trabalho desses tipo de artista que deveria ser importado para cá e para todos os cantos, custo a acreditar que algo tão bonito não tem suporte, lamentável.

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Site oficial: http://www.scythelence.com/

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Forgotten Tomb – Saída do Black Metal.

Quem se interessa pelo DSBM, com certeza, pelo menos uma vez na vida, já ouviu falar ou escutou Forgotten Tomb, uma das bandas mais reconhecidas na cena atual do Depressive, por mais que atualmente, mesmo continuando com a temática típica do dsbm como Solidão, Negatividade, Suicidio e depressão, sua musicalidade mudou drásticamente, se tornando algo mais limpo, principalmente pela falta de caracteristicas do black metal na sua atual rítmica, com uma guitarra quase totalmente predominante do Heavy, Isso me chamou muita atenção.

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Faz pouco tempo que escutei os dois ultimos albúns do Forgotten Tomb, “…and Don’t Deliver Us from Evil” e ‘Under Saturn Retrograde” e não vou mentir, quem escutou “Songs To Leave” ou a demo “Obscura Arcana Mortis” não “reconhece” o atual instrumental de Forgotten, Não é algo ruim, mas é bem diferente do que eu estava familiarizado, eu particulamente gostei, mas digo que prefiro os primeiros albúns.

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não foi uma mudança drástica, quem acompanhou os albúns viu graduativamente a mudança que ocorria no instrumental de Forgotten, como em Negative Megalomania, que a guitarra já estava mais bem trabalhada, algo que no black não é tão explorado.

Então, Sinceramente sinto pela perda essência da banda, que na minha opinião, fez e faz um trabalho muito bom, tanto no atual estilo quanto no Black Metal.

The day of burzum killed mayhem.

The day of burzum killed mayhem é música que na minha opinião é uma notória arte de expressão, usando o poder de uma metáfora, e até deixando claro o sentimento e  opiniões sobre o ocorrido com a morte de Øystein.

“And I know the old days will never come Again.
1993, this year of misery was the knife
which split the Black Metal scene apart.
Since that mighty day Black metal split his Way,
And the unity was never the same again.
Lies, rumors and hate. Moneymaking, sadness
And shame
And all this by, the Day as Burzum Killed Mayhem”

A música, vinda de um dos melhores e mais conhecidos albúns de Nargaroth, Black Metal ist the Krieg.

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Mas o que realmente foi a morte de Euronymous para os fãs e na cena do black metal? Mayhem foi uma grande banda, influenciou muito, não só no black metal, mas no metal extremo no geral, tem um certo reconhecimento, mesmo que o Euronymous fosse um bastardo na maioria das vezes, fez um trabalho notável no metal, Não vou mentir e dizer que sinto pela sua morte, até porque sou novo e não acompanhei seu trabalho, mas trabalhos como a live em tributo há Dead”Live in Leipzig” que é considerada muito  influente no black metal, “De Mysteriis Dom Sathanas” “Deathcrush” o split Morbid/Mayhem “Tribute To The Black Emperors” e a demo “Pure Fucking Armageddon” que foi minha iniciação no black metal, são sem dúvidas trabalhos bem feitos e bem elaborados.

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Já Burzum, que é minha banda predileta, sem dúvidas, atualmente, mesmo não seguindo mais o black metal, ainda é, na minha opinião, muito melhor que Mayhem, tem sua arte, mesmo com a mudança, que ainda contêm qualidades e mesma forma de expressão, que além de letras bem boladas e inteligentes, tem sua ritmica atual de puro talento, mostrando que Varg é realmente um músico talentoso.

Na tragedia entre Varg e Euronymous, eu lamentei mais pela prisão de Varg, mesmo não sendo limitado de explorar sua arte, não teve tantas aberturas para explorar.

“But the eyes of the Death Warrior, Never saw again the sun upon the sky…”

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Diagnose: Lebensgefahr

Diagnose: Lebensgefahr é o novo projeto de Nattramn(ex-Silencer) oferencido como tratamento e reabilitação sem comprometer sua saúde e integridade pessoal, “Transformalin” é um albúm sobre sua mente perdida.

Foi produzido durante varios anos, que resultaram em onze faixas de aúdio pertubadoras e pessoais, verdadeiras e puras, Diagnose: Lebensgefahr não pode ser considerado uma parte dois de Silencer, e sim um tratamento para enfrentar tudo isto na transformação psicologica e fisica de Nattramn. Como o futuro de Nattramn é incerto, o futuro de Diagnose: Lebensgefahr também é, e por isso permanece sem muitas informações.

Na minha opinião, o projeto é ótimo, Nattramn realmente é um músico de personalidade, o projeto é realmente perturbador, posso caracterizar como “sinistro pra caralho” Faz você entender o que ele sente e passa, totalmente puro, isso é o que me chamou atenção no projeto. O projeto pode ser caracterizado como Psychedelic /Ambient / Experimental /Black Metal.

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Informações: http://www.diagnoselebensgefahr.com/

Desmerecimento músical: Venom.

Venom é uma banda lendária, isso é desnecessário ressaltar, quem se interessa em descobrir as raizes dos estilos músicais sabe que foi essa banda que deu origem ao estilo black metal junto com Hellhammer e Celtic Frost.

Mas qual seu estilo? Eu sinceramente considero-o black metal, por mais que seu ritmo seja diferente, o black metal não é só a ritmica, é a ideologia e o principio, sem isto, o black metal seria apenas ruidos vazios, sem significado algúm.

Sinceramente, não consigo ver Venom como Heavy, não por seu albúm “Black Metal” mas sim por sua músicalidade, que simplesmente é algo completamente puro e verdadeiro, Venom deu o trabalho bruto, as outras bandas o lapidaram, essa é minha visão sobre esse assunto, nunca vou ver Venom sem ser black metal.

Só ressaltando, esta é minha opinião pessoal.

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Burzum – Variação músical de qualidade.

Sem dúvidas, Burzum, desde sua primeira demo até agora, variou o estilo de forma muito brusca, afinal, se você escutar qualquer faixa da demo “Burzum I” de 1991 e escutar qualquer música do penultimo albúm, Umskiptar, vai conseguir perceber a grande variavel no estilo, mas que ao meu ver, não deixou de transmitir o que queria, afinal, Varg, como um músico excelente, até em uma músicalidade longe do black metal experimental caracteristico dos primeiros albúns, conseguiu fazer algo excepcional, que, sem dúvidas, tem sua qualidade inquestionavel, você pode até não gostar do atual estilo de Burzum, mas irá concordar que é uma arte qualitativa.

Os temas abordados nas músicas de Burzum, além de um começo com uma pitada de DSBM, também estava fora do que o black metal, e até o Inner Circle, movimento que Varg participou pregava, apenas a exaltação da cultura nórdica, que é algo muito digno, enfim, isso me chamou mais atenção, pois até agora, não vi nenhuma música com temas relacionados ao NSBM, que contém o mesmo pensamento e idelogias raciais que Varg.

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Pessoalmente, acho os albúns mais atuais, como Belus, Umskiptar e até o ambient Sôl austan, Mâni vestan de extrema qualidade, superando até alguns primeiros albúns do black metal experimental de Varg, que por mais que tenha ideologias duvidáveis, sempre será um grande músico.

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Nargaroth – Spectral Visions of Mental Warfare

Alguém não escutou ainda o albúm mais atual do nargaroth?

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O albúm, lançado em 2011 causou uma certa revolta em alguns fãs, pelo simples fato de não se comparar com a antiga musicalidade dos albúns de Nargaroth, que além de serem exemplos no black metal, sempre tiveram a sonoridade pura e suja, que ao meu ver, deixava sua obra ainda mais verdadeira.

Spectral possue as seguintes faixas.

0:00 – Odin’s weeping for Jördh
6:41 – An indifferent Cold in the Womb of Eve
13:07 – Diving among the Daughters of the Sea
18:25 – Odin’s weeping for Jördh – Part II
20:36 – Journey through my Cosmic Cells – The Negation of God
30:39 – A Whisper underneath the Bark of old Trees
41:15 – Spectral Visions of Mental Warfare
51:51 – March of the Tyrants

Muitos criticaram o albúm, disseram que era um lixo e que não tinha nada a ver do nargaroth, realmente não tem nada a ver, mas se fomos olhar para a real intenção dá banda ao fazer aquele albúm? Pode ser considerado algo bom?

Eu sinceramente não sei, não sei o que eles tentaram fazer ali, mas com certeza não era black metal, não posso julgar algo pelo meu ver preconceituoso, acaba que gostei de algumas faixas, mas o albúm em si não me impressionou.

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DSBM – Muito mais que um estilo, uma arte musical.

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DSBM é atualmente, para mim, o estilo musical que mais me conceituo, não deixando o puro e cru Black Metal de lado, jamais, Mas me toquei pelo DSBM, sua diferença musical do BM é bem percebida, tanto no ritmo, já que no DSBM a musica tende a ser um pouco mais lenta. E nas letras, na qual tratam de coisas completamente diferentes.

No BM, todos nós sabemos que o que predomina é o Anti-Cristianismo por causa do Black Metal noventista que influenciou tudo isso, a arte da anti-comecialidade e até, por parte de algumas bandas, o satanismo teísta. Já no DSBM temos a aparência dos piores sentimentos dos seres humanos: Misanthropia, Solidão, Desespero, Anti-Existencialismo, Dor e Decepções, Isto ao meu ver, é o toque final para qualquer pessoa, um estilo que realmente sinta o que você sente em certos momentos de seu dia, e não só isso, um estilo puro, não feito para vender para milhões, e sim pois gostam e acreditam naquilo, Não posso colocar como algo anti-comecial, pois assim que lançam um cd, é para ser vendido não é? enfim.

Bandas que expressão tudo o que querem em suas letras, que mexem de forma sigma comigo, como Nocturnal Depression, Lamuria Abissal, Thy Lights, lifelover e entre tantas outras, que demonstram de forma tão pura e talentosa suas letras bem planejadas ee ritmo bom para o que estão apresentado, sem dúvidas, me orgulho de ser fã de um sub-gênero tão bem representado como o DSBM.

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Inner Circle (Movimento Músical)

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Inner Circle é o nome de uma gravadora e um grupo de músicos que formaram uma organização anticristã na Noruega, Mais conhecido como Inner Circle, o grupo ainda era chamado de Black Circle e Svarte Sirkel significam círculo negro,  em inglês e em norueguês), enquanto alguns jornalistas usaram o nome de Black Metal Mafia para identificar o grupo. O Inner Circle é conhecido por numerosos crimes e danos a instituições cristãs, intimidação com outros grupos musicais e alguns homicídios no início dos anos 90. Os ideais do grupo se baseavam em referências a satanismo, isolacionismo, paganismo nórdico e superioridade racial. A componente satânica, que era a ideologia predominante, não era inspirada em Anton LaVey, mas sim em um satanismo teísta.

As origens do Inner Circle começam quando Euronymous, guitarrista e fundador do Mayhem abriu uma loja de discos chamada Helvete , no início dos anos 90 em Oslo. O local foi muitas vezes utilizado como ponto de encontro e sede de festas, fazendo com que seus frequentadores se definissem como pertencentes a um Inner Circle. Além do Euronymous, que era conhecido como um grande orador, o grupo em pouco tempo ganhou vários frequentadores, com muitos deles pertencentes a outras bandas de Black Metal, como Emperor, Dissection e Darkthrone, Jørn do Hades e Varg Vikernes do Burzum estavam entre os membros mais importantes.

Até 1992, 52 igrejas foram queimadas, mais de 15000 tumbas foram profanadas e pixadas com símbolos satanistas. Alguns objetos sacros foram levados como troféus para decorar a Helvete.Entre as estruturas religiosas destruídas, uma das mais conhecidas era a Igreja de madeira de Fantoft, que foi consumida pelas chamas em 6 de junho de 1992 por Vikernes. Uma foto da igreja completamente destruída foi usada na capa de Aske, EP do Burzum.Image

Os alvos do Inner Circle eram até grupos de Heavy Metal e outros estílos considerados incoerêntes e que seguiam determinadas modas musicais.

Outra ameaças ocorreram a grupos como Paradise Lost e Deicide. No caso do primeiro, o resultado foi a destruição do ônibus durante um tour do grupo a Oslo. No caso da segunda banda, durante um show, uma bomba explodiu durante a apresentação do Therion, mas descobriu-se que o alvo era o Deicide.

Na minha opinião, Foi um movimento que por mais que tivesse fundamentos, caminhou para algo muito superficial, Eles poderiam ter lutado contra o cristianismo pela cultura nórdica, mas a base passou para o Egocentrismo nacional e racial, além que para mim, fora apenas uma revolta de meninos bobos.

Sopor Aeternus & The Ensemble of Shadows

Sopor+Aeternus++The+Ensemble+of+Shadows

Vim aqui falar de uma banda que não tem nada a ver com o Black Metal, mas de forma sigma, me conquistou com suas letras bem planejadas, vocal muito bom e instrumental muito agradável.
Sopor Aeternus & The Ensemble of Shadows é uma banda alemã de darkwave, com apenas uma componente, Anna-Varney Cantodea, que canta e compõe todas as músicas,mas sem muitas informações sobre a mesma.
Os temas das músicas incluem a morte, a sexualidade conturbada da vocalista, religiosidade pagãs, suicídio, sadismo entre outros. Contudo, a morte tem papel fundamental na obra.
Já foi divulgado que Anna na verdade é um homem, Seguindo de perto a temática da morte, as canções da banda abordam de forma intimista e pessoal os conflitos da vocalista com sua sexualidade . Seu nome verdadeiro é segredo, sendo “Anna-Varney Cantodea” um pseudônimo. Em suas fotografias Varney predominantemente aparece nua. Sua área genital é trabalhada em computador, freqüentemente figurando uma vagina, ou simplesmente ausência de órgãos genitais.

“I saw my image reflected, while my genitals were rotting off” (“Vi minha imagem refletida, enquanto meus órgãos genitais estavam apodrecendo.”)

e “I wish I cut my genitals and threw them to the dogs” (“Eu queria cortar meus genitais e atirá-los aos cachorros”).

Acho Sopor Aeternus uma banda com bastante personalidade, algo que não foi feito para comecialidade, mas também para ser sentido, uma banda que merece respeito.